sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Luís Andrade de Sá (1958 - 2017)


Luís Andrade de Sá in Macau (May 2015) – Photo by Paulo Taipa

Artigo do Macau Daily Times, assinado "PC":

THE BOY FROM MACAU | JOURNALIST, AUTHOR LUÍS ANDRADE DE SÁ DIES AT 58

Journalist and researcher, Luís Andrade de Sá, died early yesterday (Macau time) in his birthplace, Setúbal, from prolonged cancer illness. He was 58.

Born on the banks of the Sado River on December 31, 1958, Andrade de Sá studied journalism at a Lisbon university before starting his career in 1984. He worked in Macau from then until 2000, and was part of the initial teams at TDM-TV, where he participated in several innovative shows at the newly-created TV station, ultimately reaching an editor position. Sá left the local broadcaster in 1993 to join the now-extinct daily newspaper, Futuro de Macau.

Luís Andrade de Sá was one of the most prolific Macau correspondents, working for O Público – one of the top newspapers in Portugal, penning hundreds of features during the critical years of the late Transition Period until the handover on December 20, 1999.

Sá eventually moved to Lisbon in the early 2000s to become a staff journalist at the Lusa news agency where he held several positions over 17 years. He was the managing editor (chefe de redacção) of the Portuguese news agency between 2007 and 2011, after returning from his first 2-year stint as Lusa chief correspondent in Maputo, Mozambique. He would then return in 2011 to the former Portuguese colony in Africa for another three years at this job.

In 2014, Luís Sá decided to come back to “his” Macau – “the place I was once happy,” he told me – to join a new media project, the Plataforma bilingual newspaper.

An avid reader, researcher, and writer, Luís Andrade de Sá penned several books on Macau’s contemporary history, most notably, “The Boys From Macau,” a pioneering insight into the Portuguese/Macanese community of Hong Kong and the Far East.

A traveler at heart, Sá’s first title to be published was “A História na Bagagem” (History in the Luggage), a prelude to his seminal works on Hotel Bela Vista and the history of aviation in Macau.

The journalist was hospitalized at a clinic in Setúbal in February after being diagnosed with cancer around two years ago in Macau. Luís Andrade de Sá is survived by his children Daniel and Luísa, and his wife Isadora Ataíde, who is also a journalist, and a scholar. PC

Ler aqui a notícia do PÚBLICO.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Carla Pote (1965 - 2017)


Lisboa, 03 abr (Lusa) - A jornalista Carla Pote, 52 anos, morreu hoje no hospital de Santa Maria, em Lisboa, vítima de cancro, disse à agência Lusa fonte ligada à família.

Carla Marina Fernandes Pote, mãe de dois adolescentes, ingressou na carreira jornalística em julho de 1996 e foi redatora da Lusa nas editorias África e Local e jornalista residente no litoral alentejano, afeta à Delegação de Évora da agência.

Carla Pote, natural de Angola, foi admitida na Lusa em 1989 e, antes de entrar para a carreira jornalística, desempenhou funções administrativas na Delegação da Lusa em Luanda e na sede da empresa em Lisboa.

A jornalista foi também diretora da delegação em Lisboa do jornal angolano País, entre 2008 e 2010.

O corpo de Carla Pote estará em câmara ardente a partir de terça-feira, às 16:00, na igreja de Nova Oeiras, realizando-se o funeral a partir das 14:00 de quarta-feira, para o Cemitério de Alcabideche, onde será cremada.


Depoimentos:

Isabel Lourenço - A Carla partiu demasiado cedo... que descanse em paz. Condolências à família

Joana Haderer - Lamento tanto... trabalhámos lado a lado, no Local, na Lusa. Tinha sempre um sorriso, uma gargalhada... o mundo é mesmo muito injusto...

Manuel Moura - Uma das poucas mulheres a conduzir uma África Tween... (moto para quem não conhece).

Eduardo Lobão - muita pena. a  Carla destacava-se pela alegria e era o que se chama "uma boa onda". um beijo para ti carla, onde quer que estejas. tenho muitas saudades tuas

Otilia Leitão - Que seja sempre lembrada pela sua força, coragem, alegria. Foi injusto o seu percurso pessoal de muito sofrimento.Trabalhámos juntas, partilhamos pedaços de vida profissional e de amizade. É com grande tristeza que soube da sua morte hoje. Sexta feira passada, eu e o Mário fomos visitá-la ao hospital de Santa Maria e o seu sofrimento era visível. Condolências à família e a todos os seus amigos. Que descanse em paz.

Maria Do Céu Novais - Que noticia tão triste....a Carla era a alegria em pessoa...tanta força que tinha perante uma vida que muito lhe exigiu....e ela sempre sorridente, sempre alegre....que choque

Cláudia Páscoa - Que gaita. A Carla era a alegria em pessoa apesar dos graves problemas de saúde que tinha. Que descanse em paz. Os meus sentimentos à família. E um beijo enorme para ti, Carla, onde quer que estejas ❤

Maria Dulce Salzedas - sempre alegre e carinhosa. É assim que a recordo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Ainda sobre Rui Camacho (1936 - 2014)


[... Outubro deste ano, foi ainda chefe de redacção da revista "Mais" e do semanáio "Tempo"] Nota biográfica sobre Rui Camacho, in suplemento do Diário de Lisboa de 18 de Dezembro de 1989

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

"A Cláusula de Consciência / O Direito dos Jornalistas a Dizer Não", de Otília Leitão


Foi hoje apresentada na Casa da Imprensa, em Lisboa, a obra "A Cláusula de Consciência / O Direito dos Jornalistas a Dizer Não", de Otília Leitão, cuja carreira jornalística passou sobretudo pelas Agências Noticiosas (ANOP, NP e LUSA).

Fruto do Mestrado em "Comunicação Média e Justiça" pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa, o livro aborda a questão pouco conhecida, até entre a classe dos jornalistas, da chamada "cláusula de consciência" que está consagrada na lei.